A Federação das Associações de Dadores de Sangue – Portugal (FAS-Portugal) defendeu que, em Portugal, “não existe falta de dadores de sangue”, mas sim “uma grave incapacidade do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) para responder plenamente à disponibilidade dos portugueses para dar sangue”, situação que, segundo a organização, tem levado ao cancelamento sucessivo de sessões de colheita.
Num comunicado, a federação considerou positiva a abertura manifestada pelo IPST para rever a “deliberação n.º 018/D/2026”, que previa a “participação de voluntários das associações no apoio à refeição dos dadores, associada à retirada de profissionais das equipas do instituto”.
A Federação das Associações de Dadores de Sangue – Portugal (FAS-Portugal) defendeu que, em Portugal, “não existe falta de dadores de sangue”, mas sim “uma grave incapacidade do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) para responder plenamente à disponibilidade dos portugueses para dar sangue”, situação que, segundo a organização, tem levado ao cancelamento sucessivo de sessões de colheita.
Num comunicado, a federação considerou positiva a abertura manifestada pelo IPST para rever a “deliberação n.º 018/D/2026”, que previa a “participação de voluntários das associações no apoio à refeição dos dadores, associada à retirada de profissionais das equipas do instituto”.
A FAS-Portugal afirmou compreender as dificuldades do IPST e recordou ter alertado a “tutela e todos os órgãos de soberania que tutelam o Estado” para a “insuficiência de recursos humanos financeiros” do instituto. Ainda assim, a federação rejeita que essas limitações sejam compensadas através da substituição de profissionais por voluntários.
“Em Portugal, não existe falta de dadores de sangue. Existe uma grave incapacidade do IPST, IP, para responder plenamente à disponibilidade dos portugueses para dar sangue, o que leva a sucessivos cancelamentos de sessões de colheita de sangue”, afirmou a FAS-Portugal.
Segundo a organização, as associações de dadores continuam a “mobilizar cidadãos” e a “promover a dádiva de sangue”, mantendo “uma forte capacidade de sensibilização junto das comunidades”.
O problema, acrescentou, está “muitas vezes, em conseguir transformar essa disponibilidade em dádivas efetivamente realizadas, devido às limitações de recursos humanos, financeiros e operacionais que condicionam a capacidade de resposta do IPST, IP”.
A FAS-Portugal considerou que “a solução não pode passar pela transferência dessas dificuldades para o Movimento Associativo e para os seus voluntários”, sublinhando que “o voluntariado é uma força fundamental do Serviço Nacional de Sangue”, mas que “o voluntário deve complementar o profissional — nunca substituí-lo”.
A federação, presidida por Paulo Cardoso, reafirmou que “o movimento associativo está disponível para continuar a colaborar com o IPST, como tem feito há décadas”.
“Porém, essa colaboração deve ser livre, voluntária e complementar, não podendo qualquer Associação ou Grupo de dadores ser obrigada, direta ou indiretamente, a disponibilizar um voluntário para desempenhar funções que resultem da falta de profissionais”, sustentou.
A FAS-Portugal considerou igualmente “indispensável que o Estado assegure ao IPST, IP os recursos humanos e financeiros necessários para cumprir plenamente a sua missão”.
“Portugal tem cidadãos disponíveis para dar sangue” e precisa de “um Serviço Nacional de Sangue com capacidade para acolher, colher, acompanhar e cuidar desses dadores”, concluiu a federação.
A FAS-Portugal afirmou compreender as dificuldades do IPST e recordou ter alertado a “tutela e todos os órgãos de soberania que tutelam o Estado” para a “insuficiência de recursos humanos financeiros” do instituto. Ainda assim, a federação rejeita que essas limitações sejam compensadas através da substituição de profissionais por voluntários.
“Em Portugal, não existe falta de dadores de sangue. Existe uma grave incapacidade do IPST, IP, para responder plenamente à disponibilidade dos portugueses para dar sangue, o que leva a sucessivos cancelamentos de sessões de colheita de sangue”, afirmou a FAS-Portugal.
Segundo a organização, as associações de dadores continuam a “mobilizar cidadãos” e a “promover a dádiva de sangue”, mantendo “uma forte capacidade de sensibilização junto das comunidades”.
O problema, acrescentou, está “muitas vezes, em conseguir transformar essa disponibilidade em dádivas efetivamente realizadas, devido às limitações de recursos humanos, financeiros e operacionais que condicionam a capacidade de resposta do IPST, IP”.
A FAS-Portugal considerou que “a solução não pode passar pela transferência dessas dificuldades para o Movimento Associativo e para os seus voluntários”, sublinhando que “o voluntariado é uma força fundamental do Serviço Nacional de Sangue”, mas que “o voluntário deve complementar o profissional — nunca substituí-lo”.
A federação, presidida por Paulo Cardoso, reafirmou que “o movimento associativo está disponível para continuar a colaborar com o IPST, como tem feito há décadas”.
“Porém, essa colaboração deve ser livre, voluntária e complementar, não podendo qualquer Associação ou Grupo de dadores ser obrigada, direta ou indiretamente, a disponibilizar um voluntário para desempenhar funções que resultem da falta de profissionais”, sustentou.
A FAS-Portugal considerou igualmente “indispensável que o Estado assegure ao IPST, IP os recursos humanos e financeiros necessários para cumprir plenamente a sua missão”.
“Portugal tem cidadãos disponíveis para dar sangue” e precisa de “um Serviço Nacional de Sangue com capacidade para acolher, colher, acompanhar e cuidar desses dadores”, concluiu a federação.










