O Município da Lourinhã informou hoje que, de acordo com os critérios do programa da Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação, a abertura da Foz do Rio Grande ao mar, seja por “situações com origem em fenómenos naturais ou por outras razões que aumentem o caudal da água, obrigada a autarquia a um conjunto de procedimentos”.
Entre as medidas previstas estão a comunicação às entidades oficiais e aos utilizadores das zonas balneares sobre o motivo, dia e hora da abertura e a indicação do fecho; o hasteamento da Bandeira Vermelha no posto de praia e a retirada da Bandeira Azul; a realização de análises à água balnear para verificação da sua qualidade; a afixação das recomendações enviadas pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e pela Delegação Regional de Saúde; e, após conhecer os resultados, o levantamento dessas recomendações e a comunicação da regularização da situação.
A autarquia adiantou que “durante a atual época balnear, esta situação ocorreu por três vezes, tendo sido a última resultado da agitação marítima verificada no dia de ontem”. As duas ocorrências anteriores registaram-se a 26 de junho, “com o aumento do caudal do rio, em resultado da pluviosidade”, e a 11 de agosto, “com o rompimento da barreira de areia de proteção entre a bacia de retenção da foz do Rio Grande e o mar, por galgamento costeiro”.
O município informou ainda que “o resultado das análises à qualidade da água das águas balneares da Praia da Areia Branca / Foz, realizadas pela Agência Portuguesa do Ambiente e recebidas 48 horas após as ocorrências, têm indicado que a mesma se encontra própria para a prática balnear”.
“Neste momento, em consequência da agitação marítima verificada em todo o país, a praia encontra-se interdita a banhos, sendo a normalidade reposta após a receção do resultado das análises, de acordo com os procedimentos supra referidos”, concluiu a autarquia.










