O Parque D. Carlos I, nas Caldas da Rainha, que ficou interdito desde a passagem da depressão Kristin, reabriu de forma parcial, informou a câmara.
O parque “foi profundamente afetado pela passagem das intempéries, pelo que será necessário tempo e espaço para recuperar as áreas atingidas e gerir os resíduos resultantes da catástrofe”, informou a Câmara das Caldas da Rainha, justificando a abertura deste espaço “de forma parcial”.
Os portões do Parque D. Carlos I voltaram a estar abertos mas, advertiu a autarquia do distrito de Leiria, “é fundamental que sejam respeitados todos os perímetros de segurança definidos no local”.
Num comunicado à população, a câmara recomenda que seja evitada a aproximação de zonas com resíduos (troncos/ramos pendurados, caídos ou partidos), “uma vez que estes podem encontrar-se instáveis ou mesmo em risco de queda”.
O município das Caldas da Rainha e a União das Freguesias – Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório estão “a trabalhar para proteger e valorizar o Parque D. Carlos I, reconhecendo e honrando o património natural e cultural deste espaço histórico”, pode ler-se no comunicado.
Relativamente à Mata Rainha Dona Leonor, “a circulação e permanência no local continuam a ser desaconselhadas”.
Apesar de os acessos não estarem vedados, “solicita-se à população que evite este local”, refere o mesmo comunicado.
Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.
A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.










