A Câmara de Torres Vedras iniciou as obras de requalificação do aqueduto na cidade, uma empreitada de 1,3 milhões de euros considerada “urgente” tendo em conta o “estado de degradação” do monumento, disse o presidente do município.
Segundo a autarquia, a empreitada contempla trabalhos de desmatação da área envolvente, remoção de reboco do revestimento, reparação da caleira no coroamento do aqueduto e de juntas desguarnecidas, aplicação de reboco, limpeza, conservação e reparação de blocos em cantaria, reparação de fendas em alvenaria e de lacunas relevantes em montantes e arcos, bem como consolidação de tamponamento de arcos.
A empreitada foi lançada a concurso pelo preço de 1,3 milhões de euros, acrescidos de IVA, e com prazo de execução de 15 meses.
Na altura do lançamento do concurso, o município justificou que se tratava de “uma situação de emergência, na medida em que há troços da estrutura em iminente risco de ruir, com todas as implicações que daí poderão advir, tanto no que respeita à salvaguarda do património cultural, como à integridade de pessoas e bens”.
Com mais de dois quilómetros, passando no subsolo ou à superfície por zonas rurais ou urbanas, o aqueduto terá sido construído no século XIV para abastecimento de água à então vila existente e terá sido prolongado dois séculos depois.
Em 1910, foi considerado monumento nacional.











